Monday, 8 March 2021

8 de março

 Há muitos anos, pelos 4 cantos do mundo, a estupidez convencionou que testículos eram mais humanos do que ovários, que o cromossoma Y era mais humano do que o X, que um pénis é mais humano do que uma vagina. Mais recentemente, a leviandade convencionou que este dia é o dia de dar prendinhas e florinhas e jantarinhos. Só que este não é o dia das mulheres livres e iguais. Este é dia em que o mundo lembra ao mundo que os direitos das mulheres existem - estão registados em 30 artigos num documento chamado Declaração Universal dos Direitos Humanos. Mesmo que o dia da Mulher já conte mais 3 décadas do que a declaração. Este é o dia em que nos lembramos que esses direitos estão a ser violados agora, para muitas mulheres. É o dia em que nos lembramos que, durante o resto do ano, a educação é a única arma que a humanidade tem para combater a bestialidade. Aquela que viola, que impede de estudar, que mutila, que obriga a casar, que paga menos, que obriga a calar e a anular.

Pode ser uma imagem a preto e branco de uma ou mais pessoas e texto que diz "DONT TELLME HOW To DRESS! TELL THEM RAPE!! NOT"

Monday, 19 August 2019


PINK or BLUE (or any other COLORS) we LOVE you

(e não te vamos colocar em situações onde possas ser vítima de violências, mas sim educar uma sociedade onde sejas respeitado pela pessoa que és)

Há uns meses, na fila da porta solidária, após uma troca de palavras entre dois utentes que eu não ouvi, a pessoa que estava à minha frente encolheu os ombros e, rindo, disse-me (pensando que eu tinha ouvido a conversa) “as pessoas nunca sabem como me devem tratar”. Até esse momento, a única coisa que eu tinha reparado é que essa pessoa é sempre muito simpática e sorridente quando levanta e quando pousa o tabuleiro. Naquele instante, e só naquele instante, percebi que também eu não lhe conseguia atribuir um género. Facto que não me aqueceu nem arrefeceu porque não me diz respeito o género, biológico ou autodeterminado, das pessoas a quem estou  a dar sopa. Retribui-lhe o sorriso, pisquei-lhe o olho e recebi um sorriso ainda mais aberto de volta. E nunca mais pensei no assunto. Até hoje. Sim, só hoje vi o Despacho nº 7247/2019 que "estabelece as medidas administrativas para a implementação do previsto no nº1 do artigo 12º da Lei nº 38/2018."

Já tive alunos que se sentem mais felizes e se identificam mais com o segundo nome, só com o primeiro, ou com o sobrenome. Quando me lembro, tento usar o nome com o qual se identificam, mas se não me lembrar não me preocupo, porque eles têm que crescer a saber que têm um nome legal e que é por esse que, oficialmente, respondem. E a escola prepara para a vida. Também já tive os Fredo, e Alex e Becas… e se uso nomes não oficiais em atividades extracurriculares, ou em momentos mais informais é porque, e quando, me sinto disposta a fazê-lo, porque sei que o aluno não se vai esticar, não porque este pediu, e nunca em momentos oficiais. 

Um aluno em processo de mudança de género tem um documento de identificação oficial e é por esse documento que deve, na minha opinião, ser tratado. Se tem maturidade para lhe ser aprovado um processo de mudança de género também deverá ter maturidade para perceber que o processo tem um principio e um fim e que no momento em que estiver concluído irá ter uma identidade nova (que para si não é nova, mas é para a sociedade que o conheceu com a identidade biológica identificada à nascença). Não percebo a necessidade de escrever o nome com que se identifica entre as iniciais do nome que lhe foi atribuído à nascença e dos sobrenomes. Percebo, isso sim, a importância de ter o meio escolar preparado para lidar com naturalidade com o processo de transição.

Em relação aos balneários e casas de banho, vai estar um funcionário disponível a todas as horas à porta de cada um destes locais a verificar se só entram os alunos que estão em processo de transição? Ou vamos ter miúdos abusadores a usar esta capa para fazer o que muito bem entendem?
Estamos, outra vez, a construir a casa pela instalação elétrica. Temos comando para abrir o portão, mas não nos lembrámos de colocar o portão no sítio e de explicar para que é que ele serve.
Já o disse, há uns anos, temos uma legislação de educação para a saúde, educação sexual incluída, que agrada a todos. Agrada aos que a defendem e reconhecem a sua importância na construção de cidadãos, porque existe, e agrada aos que pensam que ela é uma espécie de peste, porque muitas vezes não se faz, já que ninguém controla se ela é efetiva e corretamente aplicada.

Vivemos num país onde uma grande parte da população pensa que a educação sexual serve para incentivar práticas sexuais, e os órgãos de gestão estão preocupados com o nome que está na pauta e a casa de banho que os alunos podem usar. Eu fico mais preocupada com o facto de estes poderem estar a entrar numa casa de banho com a qual se identifiquem cheia de miúdos que não têm, desde o primeiro dia na escola, uma continuada educação para a saúde e para o respeito pela diversidade. A violência emocional que terão que enfrentar nestas situações será 1000x pior do que entrar na casa de banho do seu género biológico (até o processo estar concluído) e usar as áreas com porta, porque as escolas não são um acampamento no meio do monte com casas de banho atrás dos arbustos. Há espaço para privacidade. 
 

Sunday, 31 March 2013

Friday, 8 March 2013

Hoje, numa aula com os alunos da minha DT...


porque se comemora o dia internacional da mulher...



ouvido, lido, interpretado...

e por falar em gente que une esforços para passar mensagens, e porque isto das partilhas é mesmo como as cerejas...

andou-se pelos "clássicos" dos anos 90, pelas afirmações, pelo contágio das boas ações, pela prevenção, pelo ambiente...

com sugestões dos "teens" e da "stora", com alguma publicidade à mistura (as mensagens falaram muito mais alto)...










Fez-se "Saúde" ;)

Monday, 17 December 2012

Educate the heart


Chegou através do FB de um amigo:)


Dalai Lama Centre // Educate the Heart from Giant Ant on Vimeo.


não precisa de mais palavras... 
só de serenidade para absorver...

tem "health education written all over it";) 

Tuesday, 11 September 2012

TPC para o novo ano letivo;)




Sem cadernos, 
nem canetas, 
nem livros... 

TPC para todos os dias:

pergunta a ti mesmo...

|
|
V


BOM 2012/2013;)

Sunday, 26 February 2012

and share...

EnJoy LIFE!

make it HaPpY*

make it LOVE



make you healthy:)






Saturday, 28 January 2012

Think different.



Are today's teens so concerned about fitting in that they forgot how it is to wanna change the world?





Are they looking at bullying, peer pressure, violence, sex harassment, idleness, and thinking "this can be changed"? 

Wednesday, 30 March 2011

lembrando que, por vezes, nos esquecemos de ver para lá da diferença

Hoje, enquanto fazia uma pergunta, numa sala que não era a minha, sempre falando com as mãos, o Miguel, sentado, com os olhos mesmo ao nível de toda aquela agitação ibérica, decidiu aprisionar uma:
"está fria"
"está mesmo, não está?"
"está, está muito fria"
e no instante antes da minha mão regressar ao trabalho normal de auxiliar de comunicação oral, estava já a ser aquecida, como uma velha bic que não escreve, num gesto de extremo empenho e seriedade que terminou com uma massagem na palma e nos 5 dedos.
"está melhor?"

Miguel,
está!
ESTOU
muito melhor:)
há umas semanas que não via para lá do mau feitio que baixou sobre ti nos últimos tempos,
"só" porque a tua fome não te deixa aceitar,
"só" porque algo não correu bem com a formação dos gâmetas dos teus pais,
"só" porque o teu par de cromossomas 15 é diferente,
"só" porque tens Síndrome de Prader-Willi.



hoje, tiveste um gesto de carinho com uma pessoa que conheces mal,
OBRIGADA
fiquei com a impressão de que andava esquecida

"I am who I am, not what I have"





Monday, 21 March 2011

Ano Europeu do Voluntariado - Partilhando, pode ser que desperte o desejo:)


Acabo de responder ao e-mail de um grupo de alunos do 10ºano.
Fez-me reviver momentos tão importantes que não resisto à partilha que, quem sabe, pode semear por aí o desejo de ser voluntário por uma causa.


-É/foi voluntário(a) em que área?

Fui voluntária na área da saúde/ oncologia

-A que associação está ligado(a)?

Liga Portuguesa Contra o Cancro, fiz voluntariado no Instituto Português de Oncologia do Porto

-E porquê essa associação?

O trabalho de voluntariado na LPCC tem duas vertentes que me dizem muito: o trabalho ao nível da saúde pública na área da prevenção, mais especificamente na educação para a saúde; e o apoio, a companhia a doentes oncológicos ao nível do internamento hospitalar. A primeira por esta ser uma doença com diversas causas evitáveis, e a segunda porque a minha avó teve cancro de mama e, mais tarde, de pulmão. Felizmente foi-lhe possível ficar em casa, mas tendo acompanhado de perto o sofrimento dela, cedo percebi o quanto este poderia ser potenciado quando a pessoa está longe de casa numa situação de internamento.

-Quando começou a exercer o voluntariado?

Assim que a LPCC me autorizou, aos 18 anos. Tinha feito o pedido de inscrição aos 16 anos, através de uma entrevista, mas na altura foi-me explicado que não trabalham com menores. Uns dias depois do meu 18º aniversário recebi uma carta com a data da nova formação de voluntários e a pergunta chave “ainda quer ser voluntária?”. A resposta era muito clara para mim: SIM!

-O que fazia lá?

Trabalhava no serviço das flores. Uma tarde por semana as voluntárias deste serviço iam colocar uma flor num solitário que existia em todas as mesas de apoio. A mudança da flor da semana anterior para a nova era sempre um bom quebra-gelo, um gesto de carinho para chegar ao outro, o da atenção, da companhia…

-Que mensagem tenta passar às pessoas que ajuda?

“estou aqui”. Era só isso que me interessava, que soubessem que estava ali, fosse para escrever uma carta, para ler um livro ou uma revista, para ouvir, para contar novidades do exterior, para segurar a mão, ou simplesmente para “estar”.

-Como levaria alguém a exercer o voluntariado?

Fazer algo por alguém, apenas porque somos capazes de o fazer, sem esperar nada em troca, pode não ser sempre um mar de flores. É um facto. É, também, a certeza de que nos vão chegar gestos e sorrisos que, mesmo pequenos, são enormes no modo como nos marcam para toda a vida.

- Que importância tem o voluntariado para si?

Há uma coisa que o voluntariado tem, que também encontro na minha profissão, e que é das que mais significado tem para mim: marcar, fazer a diferença na vida de alguém. Só assim estamos realmente vivos. Não tenho dúvidas de que a nossa vida só faz sentido se deixarmos a nossa marca (positiva) no mundo e/ou nas pessoas que se cruzam connosco.

- Quais os problemas mais frequentes no voluntariado?

Só podemos fazer voluntariado quando já temos um meio de subsistência, isso implica muitas vezes abdicar de horas de descanso. O problema, não está na perda de tempo livre, até porque ele é preenchido “em grande”, mas sim na coordenação dos horários. Eu deixei de fazer o voluntariado semanal devido a incompatibilidades com o meu horário aqui na escola. Embora sinta falta do contacto semanal no IPO, passei a fazer outro tipo de voluntariado, na escola, e não só: um compromisso ao nível da educação para a saúde.

-Será que nos pode contar um pequeno episódio que o(a) tenha marcado?

Essa é a pergunta impossível de responder. Foram muitos, e muito marcantes. Desde os de maior sofrimento, ao encontrar vazias (pelo motivo errado) camas que durante meses estavam cheias de luta pela vida, os diálogos em silêncio que nunca me atrevia a interromper, esperando o tempo que fosse necessário para trocar as flores da capela do último piso, passando pelos muitos sorrisos e gestos de carinho, as alegrias das recuperações, até aos momentos de partilha com os restantes voluntários. Destes últimos, destaco uma voluntária, que partilhava energia e boa disposição na enfermaria que lhe era destinada, e depois, no final da tarde, partilhava connosco mais um e outro passo na sua recuperação como mastectomizada. Os episódios que mais me marcaram, foram os muitos que têm esta palavra chave - PARTILHA.

Wednesday, 9 March 2011

are we EQUALS?

Na primeira vez que um "James Bond" é realizado por uma mulher, a acção decorre no centenário do dia internacional da mulher, e M coloca o seguinte desafio "are we equals?" ARE WE?



"We're equals, aren't we 007?" asks Dench as M, opening the film in voiceover, as Craig walks towards the camera. "Yet it is 2011 and a man is still likely to earn more money than a woman, even one doing the same job."

It is the only explicit reference to his role as Bond, though the film hints at some of the character's womanising ways in comparing his situation to that of a woman.
"As a man you are less likely to be judged for promiscuous behaviour, which is just as well, frankly ... There would be virtually no risk to your career if you chose to become a parent ... or became one accidentally.
"For someone with such a fondness for women, I wonder if you have ever considered what it might be like to be one?"
At this point Craig walks off-screen, to return in a blonde wig, dress and heels, while Dench rattles through a grim list of statistics detailing continuing inequality of the sexes worldwide. "Every year 70 million girls are deprived of even a basic education and a staggering 60 million are sexually assaulted on the way to school."
The film concludes: "So are we equals? Until the answer is yes we must never stop asking."

8.Março.2011 (100 anos)

Todos nós sabemos, de olhos fechados, a história das mais de cem mulheres que morreram no incêndio de uma fábrica de tecidos nova-iorquina, durante uma paralisação dos trabalhos, quando reivindicavam o direito a uma jornada de 10h00.

Sabemos que em 1919, na Dinamarca, foi proposto que o dia 8 de Março fosse declarado Dia Internacional da Mulher, em jeito de em homenagem às operárias de Nova Iorque.

Sabemos das histórias de mulheres que não viajam, não votam, não conduzem, não opinam, não mostram o rosto, que são privadas de amar, de ter prazer...

Ficamos chocados com a facilidade com que se "googla" o nome da primeira mulher "qualquer coisa", primeira a votar, a conduzir, primeira médica, advogada, no governo... temos feito notícia porque nos foi negado tanto tempo direitos que são nossos, como ser humanos. Afinal... qual é mesmo a diferença? O "X". O facto do espermatozóide do papá transportar um cromossoma X ou um Y muda tudo. Muda?

O percurso da mulher, em Portugal, não foge à regra. Lentamente, com conquistas absurdas por já serem suas por direito, a mulher foi trilhando um percurso com alguns marcos significativos num passado muito recente. Está tudo AQUI :)

E, do nosso cantinho à beira mar plantado, destaco esta "pérola" da generosidade:
A mulher casada pode transpor a fronteira sem licença do marido (Decreto-Lei n.º 49 317, de 25 de Outubro de 1969)
25 de Outubro de 1969
foi "ontem"


Sunday, 20 February 2011

Diabetes @ school... growing number!

 
Retrato do país, a prevalência de diabetes mellitus entre os alunos lá da escola tem aumentado nos últimos anos. A chegada do primeiro diabético sem informação e sem autonomia sobre a manutenção da sua saúde (os restantes estão perfeitamente informados e são autónomos no cálculo e controlo da ingestão de alimentos e na aplicação de insulina) fez-me navegar (em busca de vídeos, jogos, folhetos)...  

por AQUI


 
  

Como sempre, não faz sentido sem PARTILHAR;) 
espero que seja útil!

Fica ainda o link para um vídeo que, pela boa disposição aliada à qualidade e simplicidade na transmissão da informação, só podia ter nascido no Brasil :)

útil para as aulas até ao minuto 6.41:



Saturday, 25 September 2010

TAC - Transport Accident Commission


Naquele gesto rotineiro de percorrer a time-line do Facebook encontrei um post com este spot publicitário:



que me fez abrir esta página no youtube:


Deixo aqui o primeiro spot da campanha,



e o link para o site da TAC 
assim como a página com recursos para as escolas :)


DE RESTO, O ASSUNTO É SÉRIO, E FALA POR SI...



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Monday, 13 September 2010

em busca de... :)


Há uns anos trouxe comigo um livro, açoriano, sem motivo especial para além da sua origem e do título "Na cidade secreta dos golfinhos | O ano do Golfinho";) Li, confesso, com a alegria com que volto a ler, tantas vezes - "O Principezinho" - pensando, de igual modo, na facilidade com que esquecemos as coisas realmente importantes, aquelas que os mais distraídos chamam de "pequenas".



Isto para dizer que, hoje, 1º dia de aulas do novo ano lectivo, fazem ainda mais sentido as frases, desse mesmo livro, que nunca mais esqueci, e que partilho tantas vezes com os meus alunos:

"A ignorância é o cadeado do medo, e a sabedoria, em ti, a chave mestra que liberta e abre qualquer tranca. Esta vida é para ser vivida com clareza de espírito."

Bom Ano Lectivo! :-) 

Saturday, 11 September 2010

Plano de Actividades 2010-11


Tudo anotado,


é só continuar a dar-lhe vida no terreno;)))





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"Saber Mais | Decidir Melhor"

Num gesto rotineiro de espreitar as novidades, pensando na PES, acabo de abrir, mais uma vez, o site SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA  da DGS.

Desta vez, prendeu a minha atenção o slogan SABER MAIS | DECIDIR MELHOR :) tempestade mental imediata, decido substituir o giz e o quadro de outros brainstormings pelo teclado do mac, e anotar aqui, neste meu espaço de partilha, que isto de partilhar destila PES por todos os poros, não é? ;)))

Antes de mais, e agora que a ES vai finalmente ser, como deve, transversal, sustentada, continuada, com rigor, ao longo do percurso escolar de 12 anos, de acordo com a Lei n.º 60/2009 e a Portaria n.º 196-A/2010, é importante sublinhar que: 

- SIM, os professores (com formação mínima na área da PES) SABEM que as questões nem sempre são o que parecem, e não se atiram de cabeça em explicações para lá das necessidades/capacidades da criança ou adolescente.





A saúde é um daqueles temas onde nós insistimos em devolver a questão;)

Temos também consciência de outras duas coisas que nos motivam e que me parecem particularmente importantes:

1. A avaliação deste modelo de ES inserido na PES que se traduz, por enquanto, numa avaliação de objectivos de processo, e de conteúdos "papagueados", terá uma avaliação rigorosa e implacável daqui a vários anos. Serão os dados relativos a: HPV, HIV e outras IST's, violência no namoro, aborto, pílula do dia seguinte, gravidez na adolescência, consultas de planeamento familiar, acompanhamento da grávida e das novas gerações durante o seu crescimento. No fundo, serão os futuros projectos de vida dos nossos jovens, e o modo como os construirão que nos vão dizer se o trabalho agora iniciado, que é também um trabalho em prol da saúde pública foi ou não bem desenvolvido.


2. A ES é efectivamente transversal. Está camuflada em muitos conteúdos das mais diversas disciplinas ao longo dos 12 anos do percurso escolar pré-universitário. Só se está a pedir, no fundo, a articulação entre os elementos da equipa pedagógica, em colaboração com os Encarregados de Educação, para que se trace um projecto de Educação para a Saúde adequado, coerente e adaptado às necessidades de cada turma, como um todo, e dos seus elementos, enquanto seres únicos e com características particulares que são.
PES - Promoção e Educação para a Saúde
ES - Educação Sexual